| Google oferece click-to-call em anúncios para smartphones | | Imprimir | |
| Qui, 28 de Janeiro de 2010 22:38 |
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Recurso permite que usuário ligue para o anunciante sem precisar digitar o número; tecnologia usa a localização fornecida pelo aparelho. O Google começou a aceitar o recursos de click-to-call nos anúncios AdWords veiculados em smartphones. O recurso permite que um usuário clique num número de telefone exibido no anúncio, para fazer uma ligação telefônica ao anunciante, de forma automática. Os anúncios e os números de telefone que o sistema mostra baseiam-se na posição atual do usuário. Assim, se alguém busca uma cadeia de lojas, o anúncio vai mostrar a filial mais próxima, disse Surokit Chatterjee, gerente de produto da equipe de Anúncios Móveis do Google, em um blog corporativo. Para o anunciante, o custo de um anúncio click-to-call é o mesmo de um anúncio para visitar seu site web. Os anunciantes serão capazes de ver quantas chamadas foram originadas pelos anúncios, bastando consultar o sumário da campanha em sua conta AdWords.
Aumento nos cliquesEm um teste beta, o Google disse que os anunciantes que usaram o recurso perceberam um aumento de 5% a 30% nas taxas de cliques de seus anúncios. Anunciantes também podem configurar campanhas AdWords com click-to-call voltadas para celulares com tecnologia WAP, que acessam a web de forma mais limitada. Os novos anúncios de click-to-call podem ser exibidos em celulares com navegadores web completos. Não é a primeira vez que o Google oferece serviços click-to-call. Por algum tempo, o Google ofereceu o recurso em seu serviço Maps, mas ele foi descontinuado em 2007. O Google faz parte do grupo de empresas de internet que lutam pela liderança no potencialmente significativo mercado de anúncios móveis. Recentemente a empresa comprou a AdMob, um fornecedor de tecnologia para exibição de anúncios em celulares. No começo deste mês, a Apple comprou uma empresa de publicidade móvel Quattro. Microsoft e Yahoo também trabalham para assegurar seus espaços neste mercado.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br |